Somos todos paulistas. Chega de tanta discriminação

nfelizmente os episódios de discriminação é muito recorrente e ocorrem de inúmeras maneiras, as mais horríveis que se pode imaginar, inclusive por parte do poder público. Sim, aquele que deveria, juntamente com todos nós, lutar para acabar com qualquer tipo de discriminação em prol de uma sociedade justa, igualitária e com respeito a todos.

12 de maio de 2014

Por Alencar Santana Braga

 

 

O homem sofre muitos tipos de discrição diariamente por conta de suas diferenças. Cor da pele, estereótipo, aparência física, classe social, entre outras.

Infelizmente os episódios de discriminação é muito recorrente e ocorrem de inúmeras maneiras, as mais horríveis que se pode imaginar, inclusive por parte do poder público. Sim, aquele que deveria, juntamente com todos nós, lutar para acabar com qualquer tipo de discriminação em prol de uma sociedade justa, igualitária e com respeito a todos.

O Estado de São Paulo tem mais de 20 anos de exemplo do que é governar de maneira discriminatória. É só observar como são oferecidas os serviços públicos aos pobres e de que forma é ofertado aos ricos.

A começar pelo modelo de escolas estaduais existentes nas periferias de São Paulo, que além de não oferecer um ensino de qualidade, tem um aspecto feio, cheia de grades, cercadas como verdadeiras prisões. Já nos bairros nobres são bonitas, limpas e seguras.

A distinção também acontece no metrô do rico e no metrô do pobre. Estações e trens modernos e bonitos de um lado – no centro da cidade e na região da Paulista – e trens precários do outro – na Zona Leste.
As delegacias localizadas nas regiões afastadas do Centro da Capital são de dar medo. Muitas pessoas até desistem de prestar queixas de determinados acontecimentos por não se sentirem bem no ambiente. É assim também com hospitais e outros equipamentos do Estado.

Este conjunto de exemplo que mostra um Estado que discrimina, governando mais para um do que para o outro e isso não pode mais acontecer, pois é papel do poder público trabalhar contra todo e qualquer tipo de preconceito, segregação e discriminação.

Enquanto se trabalha para que as diferenças diminuam em nossa sociedade, não se pode permitir que a discriminação permaneça em vantagem e prevaleça entre nós, principalmente partindo diretamente do poder público. Inadmissível.
Há muitos cidadãos do Estado de São Paulo enfrentando em seu dia-a-dia toda essa discriminação acima mencionada, mas essa realidade precisa ser mudada, porque somos todos paulista.

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