Destaques-listaNotíciasGestão da SABESP foi irresponsável, afirma Alexandre Padilha

Em entrevista ao 247, o pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha, comenta a queda das ações da Sabesp na Bovespa, que, diga-se de passagem, foi bem mais aguda do que a dos papéis da tão falada Petrobras
8 anos ago375
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Em entrevista ao 247, o pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha, comenta a queda das ações da Sabesp na Bovespa, que, diga-se de passagem, foi bem mais aguda do que a dos papéis da tão falada Petrobras

Por Brasil 247

O ex-ministro Alexandre Padilha, pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, escolheu um ângulo novo para criticar o colapso do sistema Cantareira, em São Paulo. Uma abordagem parecida com a que vem sendo usada pelos presidenciáveis da oposição para criticar a queda no valor de mercado da Petrobras. Só que, desta vez, o alvo é a Sabesp, empresa de saneamento de São Paulo, cujas ações caíram 30% neste ano – bem mais do que os 6,4% de queda da tão falada Petrobras. “A gestão da Sabesp tem sido irresponsável não só com os consumidores, que hoje enfrentam a escassez, mas também com os acionistas”, disse Padilha, ao 247.

Segundo o ex-ministro, a conta é simples. Ele afirma que, quando o governador Geraldo Alckmin assumiu, a empresa era fortemente lucrativa e dispunha de R$ 2 bilhões para investir na ampliação da capacidade das represas, sobretudo do sistema Cantareira. No entanto, diz ele, os administradores da companhia teriam adotado uma visão de curto prazo, em detrimento de uma gestão mais responsável. Resultado: sem água para levar para os consumidores, a empresa está concedendo bônus aos clientes que reduzirem seu consumo. E esses descontos afetam a rentabilidade da empresa. “Há estimativas que apontam custos de até R$ 800 milhões nesses bônus que a Sabesp está concedendo”, diz ele. “Por isso, as ações caíram tanto”.

Nessa linha, Padilha sinaliza que a questão da água será um dos pontos centrais de sua campanha. Nesta quarta-feira, uma decisão da Agência Nacional de Águas torna o quadro ainda mais delicado. Segundo a ANA, é necessário adotar um racionamento imediato em São Paulo – independente do calendário eleitoral. Alckmin, portanto, está sob pressão.

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